A escola como espaço sombrio - Relato de experiência.


Na minha ‘pré-escola’, estudei numa escolinha subsidiada pela marinha. Era uma casa antiga onde os espaços haviam sido improvisados a fim de acomodar a escola. Lá, todos os dias, hasteávamos a bandeira do Brasil e cantávamos o hino nacional e o da Marinha... Até hoje me lembro de uma grande parte do hino da Marinha do Brasil, só não sei pra que isso irá me servir um dia...

A professora era muito rígida e quando não queríamos fazer a atividade proposta – que por vezes não nos era interessante – éramos ameaçados de ficarmos presos na caixa d’água da escola onde, segundo ela, havia um monstro que adorava comer crianças desobedientes! E era exatamente isso que esta professora dizia! Hoje eu me pergunto: Seria isso uma tática repressiva a fim coagir as crianças e deixá-las controladas? Ou teria, também, uma ponta de sadismo?

Só sei que tal situação fazia a escola, por vezes, parecer mal assombrada.

Apesar de ter uma postura repressiva, esta escola ofertava um ensino que os pais diziam ser eficaz. E em menos de um ano os alunos já sabiam ler e escrever – o que na época os pais consideravam como sendo ensino de qualidade. Então, por mais que as crianças não gostassem e ‘tremessem’ de medo do tal ‘monstro da caixa d’água’, a escola valeria a pena – ao menos para nossos pais!

Não era usado o método das cartilhas, mas sim livros didáticos com diversas atividades de repetição mecânica, como letras pontilhadas para que as crianças pudessem contornar e aprender a escrever. E era extremamente maçante para nós... Eu nuca entendi o motivo de fazer estas atividades. De fato, elas não faziam sentido para mim! Era torturante repetir inúmeras vezes as mesmas letras, lado a lado, uma folha para cada uma delas. Todas as páginas cheias de letras. E para quê? Em quê a minha vida vai mudar se eu encher a página do meu caderno de letras ‘h’. E que diferença faz se o meu ‘e’ tem perninha ou não?

Por fim, das coisas que me lembro desta época, a que mais me irritava era o abominável caderno de caligrafia. Acho que este me deixava mais amedontrada que o ‘monstro da caixa d’água’. Todas nós realizávamos as atividades que demandavam escrita nestes cadernos de caligrafia, quando errávamos alguma letra ou palavra, a professora dizia que não era daquele jeito que se fazia. Então apagava o que havíamos feito até que fizéssemos exatamente como ela dizia ser o certo! E quem disse que do jeito dela era o certo? Só sei que de nada adiantou o caderno de caligrafia, já que até hoje escrevo em ‘garranchos’.

Sempre tive uma extrema dificuldade de seguir regras que não fazem sentido para mim. Minha mãe me educou para ser questionadora! E sempre foi assim: Se você me convencesse de que estava certo, tudo bem! Mas, caso contrário, não iria obedecer... Por conta disso, nem o monstro, nem os hinos, nem o caderno de caligrafia me faziam andar retamente nas regras sem fundamentos impostas a nós.

E esse perfil crítico sempre foi, e ainda é, perseguido nas escolas! Por mais que a escola tenha o discurso de promover a autonomia e criticidade dos alunos, quem não obedecer é penalizado de alguma forma!


Arianny Cuzzuol Fonseca

Roubo de exemplar do ENEM 2009


Hoje o Brasil vem acompanhando aquilo que o Ministro da Educação, Fernando Haddad, chamou de incidente: o roubo de um exemplar da prova do ENEM.

Na realidade isso foi um crime cometido devido à uma provável falha no sistema de impressão das provas. O indivíduo que conseguiu surrupiar o exemplar ofereceu o mesmo ao jornal do Estado de São Paulo por 500 mil reais. Este jornal entrou em contato com o MEC e então a prova teve que ser adiada.

Como se esse evento fosse o acontecimento mais natural de se ver, nosso Ministro disse, em entrevista por telefone à Rede Globo, que os alunos poderão ter mais tempo para estudar! Eu simplesmente não acredito que os mais de 4 milhões de estudantes tiveram que ouvir isso da autoridade responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio... Os alunos estão sob uma grande pressão: ENEM, Vestibular, decisão de carreira profissional, metas de vida... É muita responsabilidade para alunos tão jovens, em sua maioria!

Agora é aumentar as expectativas, a tensão e aguardar a data da prova ser remarcada. Haddad diz que a prova deverá ser aplicada dentro de algumas semanas, tendo em vista os prazos de licitação de consórcio, impressão de distribuição das novas provas. Além da seleção e teste das novas questões.

Episódio lamentável!!

Até mais...

Multiculturalismo, interculturalidade e o preconceito de um(a) acadêmico(a)


Olá blogueiros, blogueiras e militantes da educação!

Hoje aconteceu algo muito inquietante em minha turma da universidade - Pedagogia UFES. Em dado momento da aula sobre multiculturalismo e interculturalidade onde apresentávamos algumas considerações sobre artigos estudados que tratam deste assunto, a professora começou a descorrer sobre o que é cultura.

Ela nos alertou de que, por vezes, nós ficamos na superficialidade de achar que cultura é toda produção humana, sem nos aprofundarmos nas diversas concepções referentes ao tema. Em meio ao belo discurso que proferia acerca de cultura e suas definições, ela disse o seguinte: "Cultura é outra coisa! Não é essa merda toda que somos obrigados a ouvir na rádio e que nos falam que é a cultura do Pará e das favelas" (referindo-se às bandas do Pará e ao funk).

Fiquei transtornada ao ouvir este comentário e constatei que todo o discurso de multiculturalismo que minha 'nobre' professora acabara de dizer era pura reprodução vazia e distante do que ela guardava em seu íntimo. É no mínimo estranho ouvir tamanho insulto às culturas que representam estes pequenos grupos de uma doutora que aparentemente 'defende' o respeito às diversidades culturais.

Ainda que o 'mercado cultural' deturpe os reais significados e manifestações culturais de um grupo, para que possa ser industrializado, não podemos aceitar que tais manifestações sejam denominadas 'merdas'. Por mais que não sejam símbolos de nossa preferência, que as músicas não façam parte de nosso gosto musical, nós - como educadores - não podemos recriminar.

E se notarmos que as manifestações que o 'mercado cultural' diz serem culturas não forem exatamente isso, devemos nos debruçar sobre o tema e refletir sobre a industrialização alienante que esmaga os valores simbólicos de determinadas culturas com vistas a vender cada vez mais.

Para encerrar, gostaria de refrescar a memória de minha professora com algo que ela mesma nos ensinou:

MULTICULTURALISMO: Reconhecimento da diferença e do direito à diferença e da coexistência ou construção de uma vida em omum além das diferenças.

INTERCULTURALIDADE: Não só reconhecer o valor instrínseco de cada ultura e defender o respeito recíproco entre diferentes grupos identitários, mas também propor a construção de relações recíprocas entre esses grupos, através do diálogo.

Infelizmente nos deparamos com posturas conservadoras no seio das academias. Não digo isso pelos simples motivo de ter presenciado este fato, mas por ver - ao logo de toda minha graduação - como alguns temas e elementos novos são ignorados e/ou repudiados por mestres e doutores que formam educadores.

Vamos refletir que tipo de educadores as universidades estão formando!

Novidades: ENEPe e Educação Prisional

Olá blogueiros! Aqui é Arianny...

Passei muito tempo sem dar a devida atenção a este blog que tanto gosto!! Mas agora voltarei a escrever e atualuzarei os últimos acontecimentos de educação e das coisas que passei nestes últimos meses...

Em julho deste ano (2009) fui à Pernambuco - com minha amiga e parceira de pesquisa Magda- apresentar nosso trabalho de conclusão de curso no 29º ENEPe (Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia). Pernambuco é uma terrinha muito gostosa, é um lugar simples, onde as pessoas comem tapioca no meio da rua e as comidas daqui possuem outros nomes lá!Ah! Um beijo para o Bispo, a Pry, a Luh, Tonico, Maysa, Carolsinha e à todos os capixabas que só fui conhecer por lá!

Para além das coisas maravilhoras que vi naquele estado lindo e hospitaleiro e das pessoas incríveis que conheci, vou falar um pouquinho do nosso trabalho. Nosso TCC é entitulado: Educação Prisional: entre os prescrito e o vivido no Presídio de Segurança Média II, no município de Viana, ES. Aqui falamos dos distanciamentos e aproximações entre a realidade da educação nesta unidade e as diretrizes nacionais para a educação em presídios (o Educando para a Liberdade).

O objetivo principal que nos motivou a realizar esta pesquisa é a falta de atenção que o meio acadêmico dá à questão da educação voltada para os sujeitos presos. Tendo em vista que os apenados possuem direito à educação, entre outras coisas, é importante que voltemos nossos olhares para este campo, com vistas a promovermos uma educação de qualidade, que seja uma possibilidade de transformação destes sujeitos para que, ao egressarem, sejam sujeitos conscientes de seus atos e de suas atuações no mundo.

O trabalho possui um referencial teórico denso, reunindo influências de autores como: Freire, Marx, Sacristán, Perrenoud, Frigotto, Candau e Bourdieu. À luz destes autores, procuramos refletir sobre as diversas áreas pelas quais o currículo perpassa.

Para tanto, passamos pouco mais de um mês observando o cotidiano do PSME II, com incursões diárias. Participamos de quase todos os espaços da unidade: educação, trabalho, artesanato, administração e galerias, sempre procurando observar as relações entre os diversos atores.

Se isso dispertou em você o interesse por este tema tão novo e com tantas demandas, irei disponibilizar, em breve, o artigo que eu e a Magda fizemos a partir deste TCC que está em fase final de publicação em anais do 29º ENEPe.

Um abraço!

Arianny Cuzzuol

Imagem tirada do site do governo de Estado do Espírito Santo:
http://www.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99691872

O conhecimento virtual e o risco de concepções rasas

O meio virtual é um canal de rápida troca de informações e que não possui limites físicos para a transmissão de idéias. Onde houver um computador conectado à Internet, ali haverá descobertas, trocas e fornecimento de informações e conhecimentos.
Mas podemos correr muitos riscos nessa enorme troca de informações e conhecimentos e meio cibernético. Muito pode ser alterado, violado, mexido, informações podem ser tendenciosas, modificadas. E isso pode nos levar a ter conhecimento de algo que difere do fato/conhecimento real.

Outro risco que corremos com a total confiança no conhecimento virtual e formação de um conhecimento raso, sem muita reflexão, sem muita estrutura. A Internet é um lócus de comunicação rápida, resumida, facilmente digerida. Portanto, muito pode se perder do conhecimento completo.

LEIAM LIVROS!!!

Um abraço!

Educação aberta e Educação à distância




Você já se deparou com a oferta de um curso que você adoraria fazer, mas não pode por causa de pré-requisitos? Para que quem não possui pré-requisitos exigidos em muitos cursos de formação, existe uma possibilidade: a educação aberta.




A educação aberta é uma prática de ensino que, como diz o nome, é aberta a um grande público que busca formação idependente das amarras do diploma e do ensino propedêutico. Muitos cursos são ofertados à distância e gratuitos.




As aulas e os exercícios ficam disponíveis nos sites das entidades que ministram os cursos, dessa forma, é só se cadastrar e estudar! Para tanto, a educação aberta se confunde com a educação à distância e, assim sendo, é necessários que os alunos tenham um suporte tecnológico - como o computador - para mediatizar essa construção de conhecimento.

Super Logo - Comandos para movimentar a tartaruga...

Logo é uma linguagem de programação interpretada por um "robô" tartaruga. Utilizado em escolas para ajudar crianças a lidar com problemas de matemática, lógica e resolução de problemas.
As crianças digitam comandos - códigos - e a tartaruga se movimenta de acordo com esses comandos. Assim, se houver algum erro no raciocínio da criança, esta logo poderá ver e terá que arrumar um meio de resolvê-lo.
De acordo com os comandos é possível fazer figuras geométricas, desenhos como casas, palhaços e estrelas.

Estes são alguns comandos do Logo:

Quadrado:

repita 4 [pf 350 pd 90]

Estrela:

direita 15 repita 5 [frente 100 direita 150 frente 100 esquerda 78]

Arraiá da catequese!!!


Entre o virtual e o real!

O Virtual e o real confundem-se exatamente porque coexistem. O virtual faz parte do real, bem como também é real. E isso sempre existiu. Como? Simples! Vamos pensar num mundo virtual sem o auxílio de tecnologias. Um exemplo claro de realidade virtual é quando as crianças exercem seu imaginário em brincadeiras. Por meio da imaginação elas podem ser reis e rainhas, podem voar e até viajar pelo mundo inteiro em um minuto. Isso não é uma realidade concreta, mas não deixa de ser uma realidade para elas ali naquele momento.
Assim, real e virtual continuam coexistindo e com o avanço das tecnologias isso se torna mais visível. Muitas pessoas utilizam programas e jogos, como o Second Life, para “viver virtualmente”. Ali, eles podem ser do tipo físico que preferem, trabalhar com o que puderem imaginar e até receber salários.

O mais importante sobre real e virtual é que saibamos que o virtual não está fora do real e nem deve ser inferiorizado ou ridicularizado, mas devemos tomar cuidado para que as pessoas não fiquem alienadas unicamente a viver o virtual.

Programa "Merenda em Casa"

Micarla de Souza, com cem dias à frente da Prefeitura de Natal-RN, anunciou - entre outras medidas - a criação do Programa "Merenda em Casa". As crianças que forem às aulas todos os dias receberão um complemento alimentar para levarem para casa aos fins de semana.

A prefeita diz que "estudante com fome não aprende. Medidas como estas nos ajudará a sair da 'lanterninha' do Ranking de capitais brasileiras no Índice de Desenvolvimento da Educação Brasileira (IDEB)"¹. Assim, a prefeitura afirma que os alunos poderão se alimentar bem aos finais de semana e chegarão na escola segunda-feira com mais disposição para aprender...


O projeto também pretende fornecer duas refeições aos alunos da rede pública durante o horário letivo.


Sem dúvida o projeto da prefeita do Partido Verde é pioneiro e até bem intencionado em pensar nas urgências dos alunos e como essas demandas afetam em seu desempenho escolar. Concordo com a iniciativa enquanto medida paliativa.


Mas será esta mais uma responsabilidade da escola? Está mais do que na hora de pensarmos quais são os verdadeiros papéis sociais que a escola deve, de fato, desempenhar... O Estado deve mirar-se nesses tipos de iniciativas e começar a assumir o seu papel de assegurar qualidade de vida à população.



Arianny Cuzzuol Fonseca


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¹ A fala da Prefeita encontra-se no site da Prefeitura de Natal: http://www.natal.rn.gov.br/noticia/ntc-293.html

Por uma Educação Carcerária de Qualidade!

A guerrilha carcerária

De quatro anos na prisão, a ditadura obrigou-me a viver dois entre prisioneiros comuns. Trinta e cinco anos depois, o sistema prisional só não continua o mesmo porque piorou. A questão não merece prioridade do governo e o extorsivo pagamento dos juros da dívida pública mingua os recursos de que dispõe a União. Investe-se apenas na construção de novos presídios.
A guerrilha carcerária, desencadeada no fim de semana de 13 e 14 de maio, expõe a precariedade do sistema prisional brasileiro. Se grades e muros seguram fisicamente os presos, os avanços eletrônicos e a negligência das autoridades permitem que, de dentro para fora, comandem ações criminosas. Celulares ingressam no bojo da corrupção favorecida por baixos salários pagos a policiais e carcereiros desqualificados. Outros fazem vista grossa sob ameaças a seus familiares, alvos de comparsas dos detentos. As facções criminosas, outrora restritas ao interior das prisões, hoje possuem ramificações na rua e são comandadas para o que antes parecia inverossímil: o crime organizado ataca a polícia!
São Paulo viveu o seu fim de semana de Iraque, com a polícia acuada por táticas de guerrilha: ataques de supresa, escaramuças etc. E as reações das autoridades não fogem dos velhos jargões: imitar os EUA na construção de presídios (supostamente) indevassáveis; legalizar a pena de morte; aumentar o efetivo policial militar. Nada que enfoque as causas da criminalidade e a ineficiência de nosso sistema prisional.
Entre Rio e São Paulo há cerca de 2,3 milhões de jovens, entre 14 e 24 anos, que não terminaram o ensino fundamental. Nesse contingente encontram-se 80% dos assassinos e dos assassinados. Em suma, não se reduzirá a criminalidade sem educação de qualidade, com a criança na escola 8 horas por dia, e combate ao desemprego. A violência não decorre da miséria, e sim da falta de educação. E de uma cultura belicista, como a dos EUA, o país mais violento do mundo, apesar de mais rico. Seus cárceres guardam mais de 2 milhões de pessoas.
Nosso regime peninteciário não difere muito do adotado no tempo da escravatura. Amontoam-se presos em masmorras exíguas; misturam-se autores de delitos distintos; condenam-se todos à mais explosiva ociosidade. Não há cursos profissionalizantes, nem redução da pena de acordo com a progressão escolar. Nem há atividades culturais, como teatro, pintura e música, ou equipamentos e espaços adequados à prática de esportes.
Queijo suíço, nossas prisões estão repletas de buracos por onde entram dinheiro e armas, celulares e drogas. O detento é guardado, não reeducado; punido, não recuperado. E o alto preço da penitência ­ donde penitenciária ­ jamais é a absolvição, e sim a exclusão social. O preso cumpre a pena sem que o sistema o prepare à reinserção social, e sem que a sociedade se disponha a acolhê-lo. Daí o alto índice de reincidência.
A causa maior da criminalidade é a desigualdade social, que vem sendo reduzida no Brasil desde 2001. A violência intrínseca às estruturas sociais, como a fundiária, substancialmente arcaica, provoca nos excluídos a reação de revolta. Busca-se a ferro e fogo o “lugar ao sol” tão enfatizado, indiscriminadamente, pela propaganda televisiva. Ela socializa o direito de todos à felicidade abastada, atrelada aos bens de consumo. Não há por que esperar de um jovem empobrecido atitude abnegada frente à sua carência e sofrimento. A droga é o recurso mais à mão para evadir-se dessa realidade, seja pelo ³encantamento² que proporciona, seja pelo dinheiro fácil que atrai. E por que obedecer às leis se políticos corruptos e criminosos de colarinho branco permanecem em liberdade? Se a morte é certa e a vida carece de sentido, por que temer a lei do talião? O grave é quando a sociedade e a polícia decidem adotá-la, como se a eliminação de bandidos significasse a erradicação do crime.
É preciso desalgemar os recursos públicos aprisionados pelo excessivo ajuste fiscal e multiplicar o investimento em educação e na reforma prisional. Caso contrário, em breve a própria polícia estará impregnada deste pavor que acomete a população de nossas grandes cidades: o medo de sair às ruas.


18 /05 / 2006
Fonte:
http://www.revistaforum.com.br

Boas-vindas!

Boa noite à todos!!

Este blog foi criado a partir de uma disciplina do nosso curso (Pedagogia) chamada TIC - Tecnologias de informação e Comunicação e seu objetivo inicial seria servir de pré-requisito para avaliação. Porém, decidimos usar tal espaço para a propagação de algumas idéias que compartilhamos.

Enfim... Sejam todos bem-vindos e vamos rumo à uma educação melhor!!!

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